Apresentação do História e Arqueologia Bíblica

08 janeiro 2014

PEDRAS QUE CLAMAM...

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No ano de 1990, um grupo de tumbas foi descoberto de forma acidental, enquanto operários trabalhavam na construção de uma estrada na parte sul do Vale de Geena, Jerusalém. Dois anos mais tarde, numa das covas ali existentes foi encontrada por arqueólogos israelenses uma tumba que continha em seu interior 12 ossários (caixas funerárias) com o restos mortais de 63 pessoas. 

Chamou a atenção dos estudiosos a ossada de um homem de uns 60 anos que seria identificado como pertencente ao sumo-sacerdote Caifás, mencionado no Evangelho de Mateus (26.57). 

No ossário do séc. I d.C., o nome completo do falecido foi identificado na caixa, "José, filho de Caifás", que aparece duas vezes. Em conjunto, o nome  e elaboradas decorações da arca indicam que esta foi efetivamente o ossário de Caifás,  o sumo sacerdote. José, filho de Caifás era o sumo sacerdote judeu nos anos de 18-36 d.C. 


Com a descoberta, mais um testemunho da historicidade dos relatos do Novo Testamento veio reforçar a credibilidade dos evangelistas. Nas últimas décadas, a arqueologia tem acumulado achados que reafirmam consistentemente os registros bíblicos. 


Entretanto, fica claro aqui que a sepultura de personagens do NT poderão ser encontradas (assim como o caso de Tiago, irmão do Senhor, que exploraremos em outro post), mas ninguém tem descoberto a sepultura do principal personagem da História, Jesus de Nararé. O motivo óbvio para isto é sintetizado pela voz do mensageiro do céu, "Ele não está aqui! Ressuscitou!" (Mt 28.6)

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